Um Ponto, uma Prece: pontos cantados na Umbanda



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Abraço fraterno e muito Axé!
Saravá!

Erês (Fui no jardim colher as rosas...)


"Fui no jardim colher as rosas,

E a vovozinha deu-me as rosas mais formosas

Fui no jardim colher as rosas,

E a vovozinha deu-me as rosas mais formosas


Cosme e Damião, ai Doum

Crispim, Crispiniano são os filhos de Ogum

Cosme e Damião, ai Doum

Crispim, Crispiniano são os filhos de Ogum"



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3 comentários:

Rachel disse...

lindo ponto
você pode tmb. por aquele: vai vai doun, vai cosme damião...
quem são crispim,e crispiniano?
Ibejis é a mesma coisa que crianças?
um beijo para flower.

Laura disse...

Oi Rachel!

Vou programar a entrada deste ponto também então, tá? Gosto dele também...

Crispim e Crispiniano... Eu sei que Doum é a "criancinha a mais" que aparece ao lado da imagem de São Cosme e Damião, em algumas estátuas... É a representação umbandista do espírito infantil (erê). Crispim e Crispiniano, pelo que sei, são nomes de erezinhos...

Saravá!

Laura disse...

Ôpa! Pesquisei e achei o texto abaixo, Crispim e Crispiniano são dois santos da igreja católica, a exemplo de Cosme e Damião, também são irmaõs...

"São Crispim e são Crispiniano
Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e converteram-se ao cristianismo na adolescência. Ganhando a vida no oficio de sapateiro, eram muito populares, caridosos, e pregavam com ardor a fé que abraçaram. Quando a perseguição aos cristãos ficou mais insistente, os dois foram para a Gália, atual França.

As tradições seculares contam que, durante a fuga, na noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano batiam nas portas buscando refúgio, mas ninguém os atendia. Finalmente, foram abrigados por uma pobre viúva que vivia com um filho. Agradecidos a Deus, quiseram recompensá-la fazendo um novo par de sapatos para o rapazinho.

Trabalharam rápido e deixaram o presente perto da lareira. Mas antes de partir, enquanto todos ainda dormiam, Crispim e Crispiniano rezaram pedindo amparo da Providência Divina para aquela viúva e o filho. Ao amanhecer, viram que os dois tinham desaparecido e encontraram o par de sapatos cheio de moedas.

Quando alcançaram o território francês, os dois irmãos estabeleceram-se na cidade de Soissons. Lá, seguiram uma rotina de dupla jornada, isto é, de dia eram missionários e à noite, em vez de dormir, trabalhavam numa oficina de calçados para sustentar-se e continuar fazendo caridade aos pobres. Quando a cruel perseguição imposta por Roma chegou a Soissons, era época do imperador Diocleciano e a Gália estava sob o governo de Rictiovaro. Os dois irmãos foram acusados e presos. Seus carrascos os torturaram até o limite, exigindo que abandonassem publicamente a fé cristã. Como não o fizeram, foram friamente degolados, ganhando a coroa do martírio.

O Martirológio Romano registra que as relíquias dos corpos desses dois nobres romanos mártires estavam sepultadas na belíssima igreja de Soissons, construída no século VI. Depois, parte delas foi transportada para Roma, onde foram guardadas na igreja de São Lourenço da via Panisperna.

A Igreja celebra os santos Crispim e Crispiniano como padroeiros dos sapateiros no dia 25 de outubro. Essa profissão, uma das mais antigas da humanidade, era muito discriminada, por estar sempre associada ao trabalho dos curtidores e carniceiros. Mas o cristianismo mudou a visão e ela foi resgatada graças ao surgimento dos dois santos sapateiros, chamados de mártires franceses".